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A
história de todas as Copas |
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Futebol |
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URUGUAI
1930
- A Copa de 30, a primeira de todas, foi disputada em Montevidéu e
conquistada pelo próprio Uruguai, a famosa “Celeste Olímpica”, a
primeira seleção latino-americana a maravilhar os europeus. O Brasil
jogou mal e foi logo eliminado. Apesar disso, teve seu herói, o jogador
Fausto, o “Maravilha Negra”, considerado o melhor jogador da Copa,
apesar de temos disputado só dois jogos. O Brasil teve dois anti-heróis
nessa Copa: um foi o frio do duro inverno uruguaio, e o outro, vamos
reconhecer, foi a famosa “tremedeira” no primeiro jogo contra a Iugoslávia,
perdido por 2 a 1. O próprio Fausto, na época, foi claro: “Feio não
é perder: feio é ter medo”. Classificação: 1º Uruguai 2º Argentina
3º EUA 4º Iugoslávia. ITÁLIA
1934 -
Na Copa de 34, na Itália, o Brasil só fez um mísero gol, e o seu herói
foi Leônidas da Silva. O gol aconteceu em nossa derrota para a Espanha
por 3 x 1, em Gênova. E teve que voltar. Dessa vez, em pleno verão
europeu, o anti-herói brasileiro foi o navio. Como saíram praticamente
do navio para o estádio, alegam os brasileiros que entraram em campo
ainda bastante enjoados e por isso perderam. Outro anti-herói de 34 foi o
próprio ditador Benito Mussolini, que transformou a Copa numa jogada de
marketing político. Teve o topete de enviar aos seus jogadores a seguinte
telegrama: ‘’É vencer ou morrer”. Bem, eles venceram. Classificação:
1º Itália 2º Tchecolosváquia 3º Alemanha 4º Áustria. FRANÇA
1938 - Já
na Copa seguinte, a de 38, na França, o Brasil fez boa figura e o nosso
herói foi Leônidas da Silva, chamado pela imprensa de “o
homem-borracha”. Perdemos a semifinal justamente para a Itália de
Mussolini. A imprensa fascista considerou o feito uma vitória da inteligência
contra a força bruta. Nesse jogo, tivemos dois anti-heróis. O Juíz suíço
Hans Wuthrich, que deu contra o Brasil o pênalti mais inexistente da história
do futebol: foi marcado em função de uma jogada que se passou fora do
campo. O Outro foi o nosso próprio técnico. Ademar Pimenta: tolamente não
escalou Leônidas contra a Itália, poupando-o para a final que não
houve. Foni, zagueiro italiano, após o jogo disse: “Abençoados os céus
que não permitiram que Leônidas jogasse contra nós”. Classificação:
1º Itália 2º Hungria 3º Brasil 4º Suécia. BRASIL
1950
- A Copa seguinte, a primeira do pós-guerra, foi disputada no Brasil,
onde nossas mágoas não foram esquecidas e até aumentaram. Uma Copa
cheia de heróis e anti-heróis. Os heróis foram os quase 200 mil
brasileiros e brasileiras presentes à fatídica final entre Brasil e
Uruguai. Ao terminar a Copa mais “ganha” de todos os tempos, eles
ainda encontraram forças para aplaudir os vencedores, numa impressionante
demonstração de espírito esportivo e inesquecível lição de vida. E
os anti-heróis? Teoricamente, foram dois outra vez. Um certo espírito de
“já ganhou” e aquilo que o técnico do Brasil, Flávio Costa, chamou
de “o imponderável”. Na prática, o grande anti-herói terminou sendo
o goleiro Barbosa, acusado pelo segundo gol uruguaio. Classificação: 1º
Uruguai 2º Brasil 3º Suécia 4º Espanha. SUÍÇA
1954 -
Em 1954, na Suiça, além de dois velhos anti-heróis psicológicos, o
“já ganhou” e a tremedeira, tivemos um em carne e osso, o chefe da
delegação João Lyra, que fazia candentes discursos, obrigava os
jogadores a beijar a bandeira nacional e a imagem de Nossa Senhora
Aparecida. Diante da derrota para a Hungria, chamou o juíx inglês,
Arthur Ellis, de “agente comunista a serviço de Moscou”. Entre os heróis
dessa Copa, Puskas e todo o grande time húngaro. E também - por que não?
- a Alemanha Ocidental que, mesmo tendo tomado 8 x 3 da Hungria na
primeira fase, sagrou-se campeã vencendo esses mesmos húngaros na
partida final. Classificação: 1º Alemanha Ocidental 2º Hungria 3º Áustria
4º Uruguai. SUÉCIA
1958 - Finalmente,
nossa primeira Copa, a de 58, na Suécia. Uma Copa só de heróis.
Primeiro, o maior e mais jovem de todos, Pelé, com apenas 17 anos. Depois
dele, toda aquela maravilhosa seleçao, de Gilmar no gol até Zagallo na
ponta-esquerda. A Copa em números: Primeira Fase Grupo 1: Irlanda do
Norte 1 x 0 Tchecoslováquia Alemanha 3 x 1 Argentina Argentina 3 x 1
Irlanda do Norte Tchecoslováquia 2 x 2 Alemanha Alemanha 2 x 2 Irlanda do
Norte Tchecoslováquia 6 x 1 Argentina Jogo desempate do grupo: Irlanda do
Norte 2 x 1 Tchecoslováquia Grupo 2: Iugoslávia 1 x 1 Escócia França 7
x 3 Paraguai Paraguai 3 x 2 Escócia Iugoslávia 3 x 2 França França 2 x
1 Escócia Iugoslávia 3 x 3 Paraguai Grupo 3: Suécia 3 x 0 México País
de Gales 1 x 1 Hungria México 1 x 1 País de Gales Suécia 2 x 1 Hungria
Suécia 0 x 0 País de Gales Hungria 4 x 0 México Jogo desempate do
grupo: País de Gales 2 x 1 Hungria Grupo 4: Inglaterra 2 x 2 União Soviética
Brasil 3 x 0 Áustria União Soviética 2 x 0 Áustria Brasil 0 x 0
Inglaterra Áustria 2 x 2 Inglaterra Brasil 2 x 0 União Soviética Jogo
desempate: União Soviética 1 x 0 Inglaterra Quartas-de-final Brasil 1 x
0 País de Gales Alemanha 1 x 0 Iugoslávia França 4 x 0 Irlanda do Norte
Suécia 2 x 0 União Soviética Semifinal Brasil 5 x 2 França Suécia 3 x
1 Alemanha Decisão 3º Lugar França 6 x 3 Alemanha Final Brasil 5 x 2 Suécia
Solna, 29 de junho - Estádio Råsunda Gols: Vavá (2), Pelé (2), Zagalo
(Brasil); Liedholm, Simonsson (Suécia) Brasil: Gilmar, D.Santos,
N.Santos, Zito, Bellini, Orlando, Garrincha, Didi, Vava, Pelé, Zagalo Suécia:
Svensson, Bergmark, Axbom, Börjesson, Gustavsson, Parling, Hamrin, Gren,
Simonsson, Liedholm, Skoglund Juiz: Maurice Guigue (França) Público:
49.737 Classificação: 1º Brasil 2º Suécia 3º França 4º
Alem.Ocidental. CHILE
1962
- Em 62, no Chile, o filme se repetiu. Até a comemoração do povo
teve um ar de déjà vu. O herói, todo mundo sabe, foi Garrincha, de
pernas tortíssimas e futebol afinadíssimo. E vale lembrar o grande Paulo
Machado de Carvalho, o chefe da delegação, que usou no Chile o mesmo
abençoado terno marrom que tinha vestido na Copa de 58. E houve um
anti-herói, manda a verdade que se diga: o juíz chileno Salvador
Bustamante, que no jogo Brasil 2 x 1 Espanha garfou os espanhóis, não
marcando um pênalti legítimo. A Copa em números: Primeira Fase Grupo 1:
Uruguai 2 x 1 Colômbia União Soviética 2 x 0 Iugoslávia Iugoslávia 3
x 1 Uruguai União Soviética 4 x 4 Colômbia União Soviética 2 x 1
Uruguai Iugoslávia 5 x 0 Colômbia Grupo 2: Itália 0 x 0 Alemanha Chile
2 x 0 Itália Alemanha 2 x 1 Suiça Alemanha 2 x 0 Chile Itália 3 x 0 Suíça
Grupo 3: Brasil 2 x 0 México Tchecoslováquia 1 x 0 Espanha Brasil 0 x 0
Tchecoslováquia Espanha 1 x 0 México Brasil 2 x 1 Espanha México 3 x 1
Tchecoslováquia Grupo 4: Argentina 1 x 0 Bulgária Hungria 2 x 1
Inglaterra Inglaterra 3 x 1 Argentina Hungria 6 x 1 Bulgária Hungria 0 x
0 Argentina Bulgária 0 x 0 Inglaterra Quartas-de-final Chile 2 x 1 União
Soviética Brasil 3 x 1 Inglaterra Iugoslávia 1 x 0 Alemanha
Tchecoslovaquia 1 x 0 Hungria Semifinal Brasil 4 x 2 Chile Tchecoslováquia
3 x 1 Iugoslávia Disputa pelo 3º lugar Chile 1 x 0 Iugoslávia Final
Brasil 3 x 1 Tchecoslováquia Santiago, 17 de junho - Estádio Nacional
Gols: Amarildo, Zito, Vavá (Brasil); Masopust (Tchecoslováquia) Brasil:
Gilmar, D.Santos, Mauro, Zozimo, N.Santos, Zito, Garrincha, Didi, Vava,
Amarildo, Zagalo. Tchecoslováquia: Schrojf, Tichy, Novak, Pluskal,
Popluhar, Masopust, Pospichal, Scherer, Kvasnak, Kadraba, Jelinek. Juiz:
Nikolai Latychev (União Soviética) Público: 68.679 Classificação: 1º
Brasil 2º Tchecoslováquia 3º Chile 4º Iugoslávia. INGLATERRA
1966
- A
Inglaterra , em 66, foi o nosso maior fracasso depois de 30 3 34. Mesmo
assim, o Brasil teve um herói: Otto Glória, o técnico brasileiro que
levou a seleção de Portugal a um brilhante terceiro lugar. Eusébio foi
o artilheiro da Copa. Já anti-heróis tivemos vários. Talvez o maior
tenha sido o becão búlgaro Asparukhov que, numa solada criminosa, acabou
com o joelho de Pelé já no primeiro jogo. Pelé não jogou o segundo e,
no terceiro, os portugueses Vicente e Coluna só terminaram o serviço.
Classificação: 1º Inglaterra 2º Alemanha 3º Portugal 4º URSS. MÉXICO
1970 - A
mais bela, a mais técnica, a menos violenta de todas as Copas? Foi a de
70 no México. O Brasil apresentou uma seleção de 11 heróis. Só que
Pelé, um “deus disfarçado” segundo a CBS americana, exagerou, foi
mais herói que os outros - pelos gols que marcou e até pelos que não
marcou. O Brasil teve outro herói na figura de Didi, bicampeão de 58 e
62, que, como técnico, levou o Peru até as quartas de final, então, o
seu melhor resultado em Copas. Herói também foi o goleiro inglês Banks
que, ao desviar uma mortal cabeçada de Pelé, realizou a melhor defesa da
história das Copas. A Copa em números: Primeira Fase Grupo 1: União
Soviética 0 x 0 México Bélgica 3 x 0 El Salvador União Soviética 4 x
1 Bélgica México 4 x 1 El Salvador União Soviética 2 x 0 El Salvador México
1 x 0 Bélgica Grupo 2: Uruguai 2 x 0 Israel Itália 1 x 0 Suécia Itália
0 x 0 Uruguai Suécia 1 x 1 Israel Suécia 1 x 0 Uruguai Itália 0 x 0
Israel Grupo 3: Inglaterra 1 x 0 Romênia Brasil 4 x 1 Tchecoslováquia
Romênia 2 x 2 Tchecoslováquia Brasil 1 x 0 Inglaterra Brasil 3 x 2 Romênia
Inglaterra 1 x 0 Tchecoslováquia Grupo 4: Peru 3 x 2 Bulgária Alemanha 2
x 1 Marrocos Peru 3 x 3 Marrocos Alemanha 5 x 2 Bulgária Alemanha 3 x 1
Peru Bulgária 1 x 1 Marrocos Quartas-de-final Brasil 4 x 2 Peru Itália 4
x 1 México Uruguai 1 x 0 União Soviética Alemanha 3 x 0 Inglaterra
Semifinal Brasil 3 x 1 Uruguai Itália 4 x 3 Alemanha Disputa pelo 3º
lugar Alemanha 1 x 0 Uruguai Final Brasil 4 x 1 Itália Cidade do México,
21 de junho - Estádio Azteca Gols: Pelé, Gerson, Jairzinho, Carlos
Alberto (Brasil); Boninsegna (Itália) Brasil: Felix, Carlos Alberto,
Brito, Piazza, Everaldo, Clodoaldo, Gerson, Jairzinho, Tostao, Pelé,
Rivelino Itália: Albertosi, Cera, Burgnich, Bertini (Juliano), Rosato,
Facchetti, Domenghini, Mazzola, de Sisti, Boninsegna (Rivera), Riva Juiz:
Rudolf Glöckner (Alemanha Oriental) Público: 107.000 Classificação: 1º
Brasil 2º Itália 3º Alemanha Ocidental 4º Uruguai. ALEMANHA
1974 -
Em 74 houve dois heróis: Johan Cruyff, que muitos consideram quase um Pelé,
e o técnico Rinus Michels, que inventou o alucinante Carrossel Holandês,
paralisado só na final, pela Alemanha. Coisas que só o Maracanã
explica. Classificação: 1º Alemanha Ocidental 2º Holanda 3º Polônia
4º Brasil. ARGENTINA
1978
- Um deles jurou que foram só seis os que entregaram, mas
oficialmente os anti-heróis da Copa de 78 na Argentina foram todos os
jogadores peruanos que, naquela tenebrosa noite de 20 de junho, se
deixaram abater por 6 a 0 da Argentina, tirando o Brasil da final. Já,
pelo contrário, heróis morais poderiam ser considerados, segundo nosso técnico,
Cláudio Coutinho, os próprios jogadores brasileiros, eliminados sem
perder um jogo. Classificação: 1º Argentina 2º Holanda 3º Brasil 4º
Itália. ESPANHA
1982 - Sócrates,
Falcão, Zico, Toninho Cerezo, Júnior - a Copa de 82, na Espanha, teve
muitos heróis brasileiros. E, também, justiça seja feita, um italiano:
Paolo Rossi, o algoz que marcou os três gols da nossa derrota. Anti-herói
de verdade só um: o juiz israelense Abraham Klein, que não marcou o pênalti
de Gentile em Zico no jogo contra a Itália que nos tirou da Copa.
Classificação: 1º Itália 2º Alemanha Ocidental 3º Polônia 4º França. MÉXICO
1986 - O
México e o mundo não esquecem. Um certo Diego Armando Maradora foi, na
Copa de 86, o herói e o anti-herói: ao mesmo tempo e num mesmo jogo. Se
no primeiro gol contra a Inglaterra, ele venceu uma estranha disputa com o
goleiro Shilton. Enquanto Shilton tentava golpear a bola com o punho
direito, Maradona “cabeceava” a redonda com o punho esquerdo. O estádio
inteiro viu. O mundo inteiro viu, pela televisão. Só quem não viu foi o
juiz do jogo, o tunisiano Ali Bennaceur. No segundo, Maradona saiu do
campo argentino com a bola dominada, driblou um, dois, três, quatro,
cinco, seis... Quando o estádio acordou, o baixinho já tinha feito um
dos mais belos gols de todas as Copas. Sua explicação para o primeiro
gol: “foi com a cabeça, sim; a mão, no caso, era a de Deus”.
Classificação: 1º Argentina 2º Alemanha Ocidental 3º França 4º Bélgica.
ITÁLIA 1990 - Para os italianos, a Copa de 90 deveria ser a maior de todas. Não deu certo. Eles próprios só conseguiram um terceiro lugar e nada funcionou direito. A Argentina, sem um grande time, com um Maradora já em decadência, com tanta bravura abriu caminho até a final que seus jogadores podem, sim, ser considerados heróis. Nessa final, contra a Alemanha, um anti-herói até no nome: Edgardo Codesal Méndez, o mexicano que, a 6 minutos do fim do tempo normal, cavou um pênalti do argentinho Sensini no Alemão Völler. Classificação: 1º Alemanha 2º Argentina 3º Itália 4º Inglaterra. ESTADOS UNIDOS 1994- Nos Estados Unidos, em 94, dois baixinhos imortais. Um, anti-herói, o Maradora vencido pelo doping. Outro, herói absoluto, Romário com seu infernalmente sutil toque de bola. Outro anti-herói foi Roberto Baggio, errando o pênalti decisivo. Resultado: Brasil tetracampeão. A Copa em números: Primeira Fase Grupo 1: Suíça 1 x 1 Estados Unidos Romênia 3 x 1 Colômbia Suíça 4 x 1 Romênia Estados Unidos 2 x 1 Colômbia Romênia 1 x 0 Estados Unidos Colômbia 2 x 0 Suíça Grupo 2: Camarões 2 x 2 Suécia Brasil 2 x 0 Rússia Brasil 3 x 0 Camarões Suécia 3 x 1 Rússia Brasil 1 x 1 Suécia Rússia 6 x 1 Camarões Grupo 3: Alemanha 1 x 0 Bolívia Espanha 2 x 2 Coréia do Sul Espanha 1 x 1 Alemanha Coréia do Sul 0 x 0 Bolívia Alemanha 3 x 2 Coréia do Sul Espanha 3 x 1 Bolívia Grupo 4: Argentina 4 x 0 Grécia Nigéria 3 x 0 Bulgária Argentina 2 x 1 Nigéria Bulgária 4 x 0 Grécia Bulgária 2 x 0 Argentina Nigéria 2 x 0 Grécia Grupo 5: Itália 0 x 1 Irlanda Noruega 1 x 0 México Itália 1 x 0 Noruega México 2 x 1 Irlanda Irlanda 0 x 0 Noruega Itália 1 x 1 México Grupo 6: Bélgica 1 x 0 Marrocos Holanda 2 x 1 Arábia Saudita Bélgica 1 x 0 Holanda Arábia Saudita 2 x 1 Marrocos Bélgica 0 x 1 Arábia Saudita Holanda 2 x 1 Marrocos Oitavas-de-final Alemanha 3 x 2 Bélgica Espanha 3 x 0 Suíça Romênia 3 x 2 Argentina Arábia Saudita 1 x 3 Suécia Brasil 1 x 0 Estados Unidos Holanda 2 x 0 Irlanda Itália 2 x 1 Nigéria Bulgária 1 x 1 México Quartas-de-final Brasil 3 x 2 Holanda Itália 2 x 1 Espanha Bulgária 2 x 1 Alemanha Romênia 2 x 2 Suécia (4x5 nos pênaltis) Semifinais Brasil 1 x 0 Suécia Itália 2 x 1 Bulgária Disputa pelo terceiro lugar Suécia 4 x 0 Bulgária Final Brasil 0 x 0 Itália (3x2 nos pênaltis) Los Angeles, 17 de julho - Estádio Rose Bowl Brasil: Taffarel, Jorginho (Cafu), Marcio Santos, Aldair, Branco, Mazinho, Zinho (Viola), Mauro Silva, Dunga, Bebeto, Romario. Itália: Pagliuca, Mussi (Apolloni), Baresi, Maldini, Benarrivo, Berti, D.Baggio (Evani), Albertini, Donadoni, R.Baggio, Massaro. Juiz: Puhl (Hungria) Público: 94.194 Disputa de pênaltis Itália Baresi - perdeu Albertini - gol Evani - gol Massaro - perdeu R.Baggio - perdeu Brasil M.Santos - perdeu Romário - gol Branco - gol Dunga - gol Classificação: 1º Brasil 2º Itália 3º Suécia 4º Bulgária. FRANÇA
1998 - Em busca do pentacampeonato, nada mais auspicioso do que distutá-lo
à sombra do Arco do Triunfo, certo? Bem... Mesmo no futebol, às vezes,
forças ocultas podem atuar prejudicando um ou outro time. Nossa grande
vilã, na partida final contra a França, foi uma tal “indisposição”que
acometeu o maior craque da seleção, Ronaldinho. O fato virou assunto
obrigatório nos meses seguintes, na imprensa mundial e nas mesas de bar
de todo o Brasil. Um outro vilão, este mais palpável, com nome e
sobrenome, foi o craque Zinedine Zidane, responsável por dois dos gols
sofridos pelo Brasil (todos de cabeça) na derrota por 3 x 0. Mas, passado
é passado... que Zidane! Classificação: 1º França 2º Brasil 3º Croácia
4º Holanda. |
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